segunda-feira, 18 de maio de 2009

Cultura da Cachaça


Antigamente, no Brasil, para se ter melado, os escravos colocavam o caldo da cana-de-açúcar em um tacho e levavam ao fogo. Não podiam parar de mexer até que uma consistência cremosa surgisse. Porém um dia, cansados de tanto mexer e com serviços ainda por terminar, os escravos simplesmente pararam e o melado desandou. O que fazer agora? A saída que encontraram foi guardar o melado longe das vistas do feitor. No dia seguinte, encontraram o melado azedo fermentado. Não pensaram duas vezes e misturaram o tal melado azedo com o novo e levaram os dois ao fogo.

Resultado: O "azedo" do melado antigo era álcool, que aos poucos foi se evaporando e formando no teto do engenho umas goteiras que pingavam constantemente. Era a cachaça já formada e que pingava do teto.

Daí o nome: "PINGA"!!! Quando a pinga batia nas suas costas marcadas com as chibatadas dos feitores ardia muito, por isso deram o nome de _'ÁGUA ARDENTE'_

Caindo em seus rostos escorrendo até a boca, os escravos perceberam que, com a tal goteira, ficavam alegres e com vontade de dançar. E sempre que queriam ficar alegres, repetiam o processo...


* *(História contada no Museu do Homem do Nordeste).

Não basta somente beber, tem que conhecer!!!

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Erguendo a cabeça...

Por DÉCIO LOPES , do SPORTV.
Faz o programa EXPRESSO DA BOLA.
Está no site do SPORTV e no GLOBO.COM



"Sem querer ser injusto com a festa palmeirense, o blogueiro pede licença. Ele precisa falar com a torcida do Sport em um momento tão delicado. Esta é uma carta aberta às pessoas que fizeram, mais uma vez, o futebol dar cor e poesia às nossas vidas.
Em primeiro lugar queria dar os parabéns aos classificados palmeirenses. Que o time siga bem longe e, quem sabe, traga mais uma Libertadores para o Brasil (nós ainda vamos passar os argentinos também nesta!).
Mas peço perdão aos felizes torcedores do verdão. Neste momento eu tenho quase que uma necessidade de falar com a também maravilhosa galera do Sport. Mais que isso, preciso muitíssimo, neste momento, dar um forte abraço na torcida do leão. Por isso peço esta licencinha aos demais amigos de blog para ser parcial e jogar a objetividade às cucuias por alguns instantes.
Imagino a dor e a decepção deste momento para todos aqueles que lotaram a Ilha do Retiro, aqueles que fizeram uma festa linda e acreditaram até o fim. É duro perder deste jeito, especialmente com aquela bola do Ciro na trave, aos 47 do segundo tempo… Mas o chute não entrou e ponto. Assim é o jogo que amamos.
Sei que é fácil falar de fora, mas queria muito que o torcedor do Sport não se encolhesse em tristeza neste momento. Adoraria que ele olhasse em volta, desse as mãos a quem estivesse por perto e convidasse toda a gente a juntar os cacos e partir para outra. Uma nova. Uma bela estrada que há pela frente.
Não é hora de chorar. É hora de arrancar algum resto de força do fundo de alguma glândula e levantar a cabeça.
Não é hora de chorar. É hora de pensar em quanto o time, o treinador e a torcida foram fortes e valentes; quanto cada um suou pela classificação, quanto cada um sonhou e construiu os tijolos deste sonho inacabado.
O Sport, mesmo desclassificado, foi leão. Cumpriu o seu destino. Rugiu! Tornou-se gigante de novo. E como o futebol brasileiro precisa de pelo menos um time nordestino forte! O Sport, pode acreditar, já é este time. Como esta região tão bela e de povo tão bom e trabalhador merece um time de ponta! O Sport, pode acreditar, é este time. Que venham outros.
E que seja mantido o trabalho e o empenho do rubro-negro pernambucano. O futebol brasileiro precisa muito do Sport forte, de cabeça erguida, rugindo! Por isso, quase imploro: que ninguém ceda à tristeza, que ninguém desanime, que ninguém busque culpados!
O clube precisa seguir na trilha em que está. Só isso. Precisa seguir investindo em novos talentos, em um novo CT, em um gramado melhor, em contratações de jogadores que se entreguem de coração, como os que vimos em campo nesta noite histórica.
Assim, repito: parabéns ao Palmeiras. E perdão por dar poucas linhas a uma classificação heróica e cheia de qualidades. Mas eu precisava muito falar isso tudo, precisava muito arracar da alma e transformar em palavras a emoção que senti ao ver as imagens das arquibancadas meio segundo após a última cobrança de pênaltis.
Acredite, meu amigo torcedor do Sport, não é hora de chorar. É tempo de, mesmo desclassificado, orgulhar-se do seu time, dos seus jogadores, do seu treinador, da sua história e da sua camisa.Que fiquem todos com um abraço carinhoso deste admirador."

Décio Lopes

sábado, 9 de maio de 2009

Aprenda a chamar a polícia

"Eu tenho o sono muito leve, e numa noite dessas notei que havia alguém andando sorrateiramente no quintal de casa.
Levantei em silêncio e fiquei acompanhando os leves ruídos que vinham lá de fora, até ver uma silhueta passando pela janela do banheiro.
Como minha casa era muito segura, com grades nas janelas e trancas internas nas portas, não fiquei muito preocupado, mas era claro que eu não ia deixar um ladrão ali,espiando tranqüilamente.
Liguei baixinho para a polícia, informei a situação e o meu endereço.
Perguntaram-me se o ladrão estava armado ou se já estava no interior da casa.
Esclareci que não e disseram-me que não havia nenhuma viatura por perto para ajudar, mas que iriam mandar alguém assim que fosse possível.
Um minuto depois liguei de novo e disse com a voz calma:
-Oi, eu liguei há pouco porque tinha alguém no meu quintal. Não precisa mais ter pressa. Eu já matei o ladrão com um tiro da escopeta calibre 12, que tenho guardada em casa para estas situações. O tiro fez um estrago danado no cara!
Passados menos de três minutos, estavam na minha rua cinco carros da polícia, um helicóptero, uma unidade do resgate, uma equipe de TV e a turma dos direitos humanos, que não perderiam isso por nada neste mundo.
Eles prenderam o ladrão em flagrante, que ficava olhando tudo com cara de assombrado. Talvez ele estivesse pensando que aquela era a casa do Comandante da Polícia.
No meio do tumulto, um tenente se aproximou de mim e disse:
-Pensei que tivesse dito que tinha matado o ladrão.
Eu respondi:
- Pensei que tivesse dito que não havia nenhuma viatura disponível."

Luiz Fernando Veríssimo

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Nova mobília

Gostaria muito que a mobília aqui de casa fosse igual a essa!!! Juro que iria gostar de verdade!!!

=)

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Poluentes no Mar


"Em um país tropical como o Brasil", nós, humanos, nos sentimos atraídos pelo mar. Multidões se reúnem nas praias buscando um contato com as ondas que nos proporcionam prazer e descanso. Porém, o homem deixa suas trilhas deixa sua trilha fatal nas areias da praia.

Milhões de sacolas de nylon e plástico de todo tipo são largadas nas costas, o vento e as marés se encarregam de arrastá-las para o mar. Uma sacola de nylon pode navegar várias dezenas de anos sem se degradar. As tartarugas marinhas confundem-nas com as medusas e as comem, afogando-se na tentativa de engoli-las. Milhares de golfinhos também morrem afogados... Eles não tem capacidade para reconhecer os lixos dos humanos, até porque, "tudo o que flutua no mar se come". A tampa plástica de uma garrafa, de maior consistência do que a sacola plástica pode permanecer inalterada, navegando nas águas do mar por mais de um século.

O Dr. James Ludwig que estava estudando a vida do albatroz na ilha de Midway, no pacífico, há muitas milhas dos outros povoados, fez uma descoberta espantosa. Quando começou a recolher o conteúdo do estômago de oito filhotes de albatrozes mortos, encontrou: 42 tampinhas plásticas de garrafa, 18 acendedores e restos flutuantes que na sua maioria, eram pequenos pedaços de plásticos. Esses filhotes haviam sido alimentados por seus pais quue não conseguiram fazer a distinção dos desperdícios no momento de escolher o alimento.

Na próxima vez que VOCÊ for à praia preferida, talvez encontre na areia "lixo que outra pessoa ali deixou". "Não foi deixado por VOCÊ, porém, é sua praia, é seu mar, é seu mundo". E VOCÊ deve fazer algo por ele.

Muitos pais jogam com seus filhos o jogo de: "Vamos ver quem consegue juntar a maior quantidade de plástico?", como forma de uma inesquecível lição de Ecologia. Outros em silêncio recolhem um plástico abandonado e levam para suas casas, com restos do mar.

Portanto, muita atenção com nossas atitudes em relação ao meio em que vivemos, pois, é dele que necessitamos para sobreviver!!!

"NÃO SE PODE DEFENDER O QUE NÃO SE AMA, E, NÃO SE PODE AMAR O QUE NÃO SE CONHECE"

***
Tempo de decomposição de resíduos em Oceanos
*Papel toalha: 2 a 4 semanas;
*Caixa de papelão: 2 meses;
*Palito de fósforo: 6 meses;
*Resto de frutas: 1 ano;
*Jornal: 6 meses;
*Fralda descartável: 450 anos;
*Fralda descartável biodegradável: 1 ano;
*Lata de aço: 10 anos;
*Lata de alumínio: não se corroi;
*Ponta de cigarro: 2 anos;
*Copo plástico: 50 anos;
*Garrafa plástica: 4oo anos;
*Camisinha: 300 anos;
*Pedaço de madeira pintada: 13 anos;
*Bóia de isopor: 80 anos;
*Linha de nylon: 650 anos;
*Vidro: tempo indeterminado;
*Lixo radioativo: 250 anos ou mais.
Fontes: www.compam.com.br & Teccel

terça-feira, 5 de maio de 2009

MOVIMENTO EM DEFESA DA VIDA


- Doutor, o senhor terá de me ajudar num problema muito sério. Este meu bebê ainda não completou um ano e estou grávida novamente. Não quero filhos em tão curto espaço de tempo, mas sim num espaço grande entre um e outro.


E então o médico perguntou:


- Muito bem. E o quê a senhora quer que eu faça?


A mulher, já esperançosa, respondeu:


- Desejo interromper esta gravidez e conto com a ajuda do senhor.


O médico então pensou um pouco e depois do seu silêncio disse a mulher:


- Acho que tenho um método melhor para solucionar o problema. E é menos perigoso para a senhora.


A mulher sorriu, acreditando que o médico aceitaria seu pedido. E então ele completou:


- Veja bem, minha senhora, para não ter de ficar com os dois bebês de uma vez, em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços. Assim, o outro poderá nascer. Se o caso é matar, não há diferença para mim entre um e outro. Até porque sacrificar este que a senhora tem nos braços é mais fácil, pois a senhora não correrá nenhum risco.


A mulher apavorou-se e disse:


- Não doutor! Que horror! Matar uma criança é um crime!


O médico sorriu e, depois de algumas considerações, viu que a sua lição surtira efeito. Convenceu a mãe que não há menor diferença entre matar a criança já nascida e matar uma criança ainda por nascer, mas viva no seio materno.


O CRIME É EXATAMENTE O MESMO...

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Lá em Aldeia



















"O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem.
Por isso, existem momentos INESQUECÍVEIS, coisas INEXPLICÁVEIS e pessoas INCOMPARÁVEIS."