sábado, 27 de junho de 2009

PERGUNTA INTELIGENTE‏

Essa pergunta foi a vencedora em um congresso sobre vida sustentável.

***

"Todo mundo 'pensando' em deixar um planeta melhor para nossos filhos... Quando é que 'pensarão' em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"

Uma criança que aprende o respeito e a honra dentro de casa e recebe o exemplo vindo de seus pais , torna-se um adulto comprometido em todos os aspectos, inclusive em respeitar o planeta aonde vive...

A CRIANÇA APRENDE COM O CONVÍVIO

A criança que convive com críticas aprende a condenar
A criança que convive com a hostilidade aprende a ser agressiva
A criança que convive com o ridículo aprende a ser tímida
A criança que convive com a vergonha aprende a sentir-se culpada
A criança que convive com a tolerância aprende a ser paciente
A criança que convive com estímulos aprende a ter autoconfiança
A criança que convive com elogios aprende a valorizar
A criança que convive com a integridade aprende a ser justa
A criança que convive com a segurança aprende a ter fé e confiança
A criança que convive com aprovação aprende a gostar de si mesma
A criança que convive com a honestidade aprende a verdade
A criança que convive com a aceitação e a amizade
Aprende a encontrar o AMOR no mundo

Dorothy Law Nolte

segunda-feira, 22 de junho de 2009

The book is on the table

Quando o Brasil sediar a Copa de 2014, muitas pessoas estarão por aqui, de diversos locais do mundo, com vários idiomas. Sendo assim, fica imprescindível o aprendizado de outros idiomas para a melhor comunicação com os turistas! Não fique preocupado! Seus problemas acabaram!

Pensando em auxiliar a comunicação, foi formulada uma solução prática e rápida!!! Chegou o sensacional e insuperável curso 'The Book is on the Table', com palavras para você usar, não só durante a Copa do Mundo de 2014, mas também em seu dia-a-dia.

a.) Is we in the tape! = É nóis na fita.

b.) Tea with me that I book your face = Chá comigo que eu livro sua cara.

c.) I am more I = Eu sou mais eu.

d.) Do you want a good-good? = Você quer um bom-bom?

e.) Not even come that it doesn't have! = Nem vem que não tem!

f.) She is full of nine o'clock= Ela é cheia de nove horas.

g.) I am completely bald of knowing it. = Tô careca de saber.

h.) Ooh! I burned my movie! = Oh! Queimei meu filme!

i.) I will wash the mare. = Vou lavar a égua.

j.) Go catch little coconuts! = Vai catar coquinho!

k.) If you run, the beast catches; if you stay, the beast eats! = Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come!

l.) Before afternoon than never. = Antes tarde do que nunca.

m.) Take out the little horse from the rain = Tire o cavalinho da chuva.

n.) The cow went to the swamp. = A vaca foi pro brejo!

o.) To give one of John the Armless = Dar uma de João-sem-Braço.

OUTRAS FRASES, EM INGLÊS:

a.) Banheira giratória: Tina Turner

b.) Indivíduo de bom autocontrole: Auto stop

c.) Copie bem: copyright

d.) Talco para caminhar: walkie talkie

Gostou? Quer ser poliglota? Na compra do 'The Book is on the table' você ganha, inteiramente grátis, o incrível "The Book is on the table - World version" !!!

Outras exemplos, de outros idiomas, dessa "versão do mundo".

CHINÊS

a.) Cabelo sujo: chen-champu

b.) Descalço: chen chinela

c.) Top less: chen-chu-tian

d.) Náufrago: chen-lan-cha

f.) Pobre: chen luz, chen agua e chengaz

JAPONÊS

a.) Adivinhador: komosabe

b.) Bicicleta: kasimoto

c.) Fim: ka-bo

d.) Fraco: yono komo

e.) Me roubaram a moto: yonovejo m'yamaha

f.) Meia volta: kasigiro

g.) Se foi: non-ta

h.) Ainda tenho sede: kero maisagwa

RUSSO (também! - esse livro é incrível!)

a.) Conjunto de árvores: boshke

b) Inseto: moshka

c.) Cão comendo donut's: Troski maska roska

d.) Piloto: simecaio patatof

e.) Sogra: storvo

ALEMÃO (o livro é realmente fantástico!)

a.) Abrir a porta: destranken

b.) Bombardeio: bombascaen

c.) Chuva: gotascaen

d.) Vaso: frask

Não perca esta fabulosa oportunidade! Compre, o quanto antes, o seu exemplar de THE BOOK IS ON THE TABLE WORLD VERSION. Se você é estudante, e a biblioteca de sua escola ainda não tem esse esplêndido livro, converse com seus amigos e colegas, e exijam a compra imediata desta " fantastic key to the world '" ( "fantástica chave para o mundo" )

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Peito e Culhões

Há uma distinção médica clara. Todo ouvimos falar em alguém ter peito ou ter culhões, mas você sabe REALMENTE a diferença entre ambos? Vamos tentar esclarecer onde eles se diferenciam:

PEITO - É chegar em casa tarde da noite, após uma balada com os amigos, e ser recebido por sua mulher segurando uma vassoura, e ter peito de perguntar: "Ainda está limpando a casa, ou vai voar para algum lugar?"

CULHÕES - É chegar tarde da noite em casa, após uma balada com os amigos, cheirando a perfume e cerveja, batom no colarinho, e ter culhões de dar um tapa na bunda da sua mulher e dizer "Você é a próxima, gorducha!"

Esperamos ter esclarecido qualquer confusão sobre as definições.

Porém, clinicamente falando, não há diferença no resultado. Ambos terminam

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Aproveite bem o seu dia

Aí um dia você toma um avião para Paris, a lazer ou a trabalho, em um vôo da Air France, em que a comida e a bebida têm a obrigação de oferecer a melhor experiência gastronômica de bordo do mundo, e o avião mergulha para a morte no meio do Oceano Atlântico. Sem que você perceba, ou possa fazer qualquer coisa a respeito, sua vida acabou. Numa bola de fogo ou nos 4 000 metros de água congelante abaixo de você naquele mar sem fim. Você que tinha acabado de conseguir dormir na poltrona ou de colocar os fones de ouvido para assistir ao primeiro filme da noite ou de saborear uma segunda taça de vinho tinto com o cobertorzinho do avião sobre os joelhos. Talvez você tenha tido tempo de ter a consciência do fim, de que tudo terminava ali. Talvez você nem tenha tido a chance de se dar conta disso. Fim. Tudo que ia pela sua cabeça desaparece do mundo sem deixar vestígios. Como se jamais tivesse existido. Seus planos de trocar de emprego ou de expandir os negócios. Seu amor imenso pelos filhos e sua tremenda incapacidade de expressar esse amor. Seu medo da velhice, suas preocupações em relação à aposentadoria. Sua insegurança em relação ao seu real talento, às chances de sobrevivência de suas competências nesse mundo que troca de regras a cada seis meses. Seu receio de que sua mulher, de cuja afeição você depende mais do que imagina, um dia lhe deixe. Ou pior: que permaneça com você infeliz, tendo deixado de amá-lo. Seus sonhos de trocar de casa, sua torcida para que seu time faça uma boa temporada. Suas noites de insônia, essa sinusite que você está desenvolvendo, suas saudades do cigarro. Os planos de voltar à academia, a grande contabilidade (nem sempre com saldo positivo) dos amores e dos ódios que você angariou e destilou pela vida, as dezenas de pequenos problemas cotidianos que você tinha anotado na agenda para resolver assim que tivesse tempo. Bastou um segundo para que tudo isso fosse desligado. Para que todo esse universo pessoal que tantas vezes lhe pesou toneladas tenha se apagado. Como uma lâmpada que acaba e não volta a acender mais. Fim.
Então, aproveite bem o seu dia. Extraia dele todos os bons sentimentos possíveis. Não deixe nada para depois. Diga o que tem para dizer. Demonstre. Seja você mesmo. Não guarde lixo dentro de casa. Não cultive amarguras e sofrimentos. Prefira o sorriso. Dê risada de tudo, de si mesmo. Não adie alegrias nem contentamentos nem sabores bons. Seja feliz. Hoje. Amanhã é uma ilusão. Ontem é uma lembrança. No fundo, só existe o hoje.


Por Adriano Silva 04/06/2009 – Revista Exame

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Frases bluseiras


"O blues nada mais é do que sofrer por algo que não se tem."


(Janis Joplin)


***


"O blues é um cara bom se sentindo mal porque a mulher que ama se foi."


"Blues: a dor criada para curar a dor."


(Robert Johnson)


***


"Se você só tomou um gole do Gin e nunca bebeu a garrafa até o fim, você nunca vai saber o que é o Blues."


(Renato Fernandes)


***


"O mundo não está errado, as pessoas é que estão 2 ou 3 drinks atrasadas."


(Humphrey Bogart)


***


"Realidade é uma ilusão que ocorre devido a falta de álcool."


(Anônimo)


***


"Abstêmio: pessoa fraca que se rende a tentação de negar um prazer a si próprio."


(Ambrose Bierce)

terça-feira, 16 de junho de 2009

Sol, Enxada e Blues

"Quem nunca dormiu à noite e acordou de repente, suando frio e chorando, chorando, chorando. Se isso lhe aconteceu, então você foi apanhado pelo blues". “A frase de Robert Johnson, um dos verdadeiros heróis trágicos do gênero, é o pronunciamento perfeito dessa condição ímpar no seu âmago de angústias humanas decodificadas em forma de música e poesia. O blues, ora demônio azul (blue devil, uma antiga expressão britânica, que conotava um estado de tristeza profunda), ora estágio psíquico de cólera amarga, ora melodia quadrilátera e misteriosa, ainda desenha suas facadas nos corações daqueles que o conhecem. E paea saber do blues, a melhor maneira é o ouvindo, o vivendo, o sentindo, o gritando, o chorando e morrendo aos poucos.

De onde emergiu esse assombro de música? Qual a gênesis do blues? Mais segredos não descobertos ainda acobertam as respostas e essas indagações. Sabe-se que o blues nasceu dos primeiros gritos dos escravos negros levados pelos ingleses para os Estados Unidos, até meados do século XIX. Foram homens e mulheres provenientes de tribos Ashanti do continente africano. Ao aportarem em solo norte-americano para trabalharem nas lavouras de algodão, milho e tabaco, o céu ardente pelo sol era o único companheiro. Foi uma escrevidão melancólica, tediosa, corrosiva, um pouco diferente da nossa, que era agitada, açoitada, torturada de modo atroz. O escravo americano agonizava na solidão da enxada e do calor ou da neve e não no ferro quente de um feitor português. A relação era de abandono e desprezo humilhantes, sem miscigenação.

Até que esses negros começaram a gritar. E o grito era o canto do lamento, canções medonhas, desafinadas à primeira audição, uma música esdrúxula. Com apenas cinco notas da chamada escala pentatônica oriunda da musicalidade Ashanti, os escravos cometiam as work-songs, a célula-máter do blues. Violões, banjos, washboards, gaitas-de-boca, jew's harps, bow diddley's, jungs, kazoos. Uns instrumentos eram adaptados, outros inventados, outros roubados. Fim ilusório da escravidão, final do século XIX e o blues ainda parecia uma massa sonora semi-amorfa. Até que os escravos de ontem se tornaram os artistas e trovadores daquele presente. E outras influências acabaram definindo o crpo harmâmonico do blues, como o country, o cajun, o gospel e os spirituals, essas duas últmias de cunho religioso, o que promoveu ao blues uma contradição fascinante, já que os pactos com o diabo se tornaram procedimentos triviais dos que buscavam a felicidade nunca alcançada.
O blues sempre abordou as frustrações fatais dos negros escravizados dos Estados Unidos, mas não de uma forma panfletária, comunitária e até certo ponto politizada, como os sambas brasileiros. Era a canção que partia do interior, do coração de cada sofredor de pele escura e exalada em temáticas que falavam da própria solidão, da saudade da terra-mãe, a dor da labuta gratuita eterna e, como não podia deixar a revolta com Deus, que permitia esse padecimento. Temas como mulheres, amores não correspondidos, a dor de cotovelo em si, foram prerrogativas de fases posteriores do gênero, onde a bebida alcoólica, principalmente o “whisky de milho” ou bourbon, começou a se tornar um elemento onipresente no repertório do blues e, digamos, no reforço “energético” dos bluesman.
Esse fator de individualidade da escravidão norte-americana acaba abalando um conceito antigo e frequentemente recorrido quando se compara as situação lá e cá pelo Brasil. Nos Estados Unidos, costuma-se dizer, que o racismo é sincero, escancarado, exposto, e aqui, velado, oculto, hipócrita. Por incrível que pareça, a história primitiva do blues, uma discussão geralmente restrita ao plano estético-artístico, ajuda a motivar a revisão dessa tese. Em ambos os países, os negros os negros são a maioria da população e o preconceito não é apenas o da cor da pele, mas de outros segmentos de participação social. Nos Estados Unidos e no Brasil, a discriminação racial contra os negros são conseqüências de processos diferentes, porém iguais na sua carga de resultados explícitos nas pirâmides das estatísticas sobre pobreza e condições de vida. Os sambas originais batizados nas senzalas nacionais foram o grito coletivo de liberdade e melhores condições de vida. As inúmeras tentativas de fuga, algumas com êxito, e a coragem do escravo brasileiro em, muitas vezes afrontar os seus algozes, fizeram da música negra um misto de dor, orgulho, revolta e regozijo. Já o blues como música foi inicialmente o manifesto do escravo negro corroído por dentro, dotado de um coração amargurado e queria apenas a liberdade para poder levar sua vida em frente. O silêncio branco era o seu pior inimigo, um anjo maligno que precisava ser derrotado pela forma mais rudimentar e desesperada de som: o grito ou o shout, que culminou no blues, o estilo musical mais influente do século XX, fornecedor de sêmem para a geração do soul, do jazz e do eterno rock’n’roll.

Vida longa ao blues, que, apesar das crueldades que a vida impôs aos negros escravizados no sul dos Estados Unidos, é a música mais sublime e mais contundente de todas. Mesmo após várias metamorfoses, a essência permanece: se você acordar no meio da noite com insônia, suando frio e chorando, chorando, chorando sem saber o motivo, não se preocupe. Você foi agarrado pelo espírito poderoso do blues.
Ligue o seu som e ponha um CD do Lightnin’ Hopkins, B.B. King ou Robert Johnson. Mergulhe na sua própria alma, no seu próprio ser e descubra o que é o blues.”


Clayton Sales

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Só um pouco do que sinto por você...

"Só um pouco do que eu sinto por você
Daria prá tapar o sol
Serei a sua sombra...
A sua rede de proteção
Metade do que eu sinto por você
Faria chover no seu sertão
Enxuga esse choro...
Segura e não solta a minha mão
Volta
Quando eu não fico perto de você
As bruxas varrem meu jardim
Por isso é que não vou deixar você ir
Nem longe nem perto, sem mim
Tudo que eu sinto por você
Daria prá encher seu pulmão
Respira-me profundo...
Me afoga no fundo do coração
E me traz de volta"


Lula Queiroga
(Retirado de "Luzineide")